terça-feira, 7 de julho de 2009
O fardo do homem confuso
Prometo que não quero falar de sorte. Algumas vezes tentaram-se provar pela Mecânica Quântica a trajetória do elétron ou da onda, na verdade os nobres Heisenberg e De Broglie foram maravilhosos ao provarem a dualidade da partícula-onda. Pois bem, mas o que isso tem haver com o homem confuso? Eu repito que eu prometi que não vou falar de sorte e quero que você não pense nisso, vamos ser objetivos. O homem confuso é incerto, não sabe o que quer, mas se revela no momento ideal o que deseja, mesmo que esteja enganado pelos seus próprios preconceitos. Espera, o homem confuso=incerteza=Heisenberg=Dualidade Partícula-Elétron. E daí? Tem uma analogia bacana... O elétron não erra, ele é onda ou é partícula no momento ideal, ou quem sabe ele seja os dois? E o homem em estado não-confuso? Ele não age como o elétron, o homem naquele estado não é simultaneamente correto e não-correto, ou seja, é passível de erro. Sabendo-se disso, o pensamento é desorganizado e incerto, não segue regras e medições, igualmente a partícula, quando se quer medir a posição, não há uma velocidade correspondente. O fardo do homem confuso vai ser, de longe, nada correspondente ao sorteio se ele pensar com a incerteza. Entretanto, se houver certeza, erga seus braços e chame a colega sorte.
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3 comentários:
Homem confuso-> Insegurança -> Desconfiança. Acho que a sorte não está muito ligada a isso, mas também posso não ter interpretado da maneira mais correta. Quando o homem está confuso há uma certa desconfiança por trás disso, o que torna a situação mais inadequada(estreita), pois desconfiar é pior do que saber. A realidade tem limites,a imaginação não se pode controlar.
Não sei se diante do que foi exposto se prefiro dizer que sou um homem confuso ou de sorte...
:)
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