sábado, 16 de maio de 2009

Burguesia: Início do liberalismo

Os burgueses queriam segurança na poupança, inteligentemente através da descentralização política. A Igreja, detentora da alienação das pessoas, acelerou a criação do seu monstro, a Burguesia, através das Cruzadas (trouxe peste negra). A estrutura feudal quebrou-se, formaram-se os burgos e a salvação através das doações foi questionada. A nova classe social idealizou o renascimento (inicialmente na Itália) que tirou da igreja o poder e o direito de dar explicações sobre a criação e a vida. A experimentação era então o meio vigente para achar respostas e entender a realidade. Os burgueses que investiam nos intelectuais chamavam-se mecenas e a prática desse ato era o mecenato. A tensão psicológica desses gênios iniciou o primeiro grande momento da inovação científica da Europa. Mesmo tendo a contra- reforma, essa não pode mais conter o avanço da ciência. A Igreja, "prevendo o futuro", condenou os lucros dos burgueses. Daí, surgiram indagações burguesas ao poderio inerente à Igreja e aos monarcas.

Entretanto, a burguesia pedia apoio ao monarca, pois ele detinha o poder consuetudinário da força. A contribuição dos burgueses (expressiva parte de judeus) era através do financiamento dos exércitos reais e do aparelho estatal. O rei garantia a segurança burguesa, bem como a otimização de seus lucros.

Os interesses dos burgueses tinham ajuda dos proletários, pois aqueles eram donos dos meios de produção. Entretanto, os interesses dos proletários não eram favorecidos pela burguesia, pois essa não queria "diluir" o seu poder, mas sim concentrá-lo. Consequentemente, surgia a luta de classes, tipo um relacionamento de irmão mais velho com um mais novo.

Por outro lado, a burguesia articulava meios contrários aos absolutistas, financiando gradualmente o liberalismo, por exemplo, o iluminismo (Revolução Gloriosa) e as revoluções de 1848.

Portanto, o início real do liberalismo foi com o golpe 18 de brumário, quando Napoleão ficou no poder e implementou um favorecimeto à economia francesa (burguesia).

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