quinta-feira, 25 de junho de 2009
O poder que eu não quero perder
Puderam tirar o poder do príncipe, mas ele não deixou. Ele era único. Seu sonho era ser rei, que não fosse daquela dinastia; poderia criar uma, porém faltava base, pois vontade ele tinha de sobra. O impedimento era duplo: primeiro o dele próprio e dos familares. Certa vez, ele se preparou para o que poderia vir. A sua defesa seria a força, se não fosse declarada a sua felicidade. Entretando, todos nós batalhamos por nossa felicidade, que pode ser chamada de responsabilidade. Ser feliz é ser responsável, era isso que o príncipe queria do soberano: responsabilidade pelo passado. A paz só existirá se houver responsabilidade do soberano. O príncipe queria isso, o melhor do possível para ele, porque ele era egoísta e nunca deixará de ser. Todos são egoístas, os fortes são mais do que os fracos, embora não são os fracos geralmente mais felizes que os mais fortes? O príncipe queria ser príncipe.
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