Nunca vou-me esquecer do dia que a vi. Imagine, meu amigo, acredito que sou muito fraco para paixões, pois nunca tinha a visto, a não ser pelas duas coincidências do destino. Não sei quando vou ti ver novamente, no entanto, vou ficar com aquela imagem dos trejeitos tortos, sinceros, duvidosos, mas alegre, bem ao encaixe perfeito dos meus limites. No mais, não precisava ter falado nada para ter chamado minha atenção nos dois momentos.
Amorosamente.
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